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Infância Negada
Postado em: 23/12/2015 as 02:25

APRESENTAÇÃO DO ARTIGO "INFÂNCIA NEGADA"

Antes de Freud e Rousseau, a humanidade vivia nos tempos da infância negada.

O conceito de infância desconsiderava totalmente os desejos, sentimentos e necessidades da criança. Aristóteles, por exemplo, considerava esta etapa do desenvolvimento semelhante a uma doença, de modo que era necessário educar este ser humano "incompleto" para que pudesse alcançar a virtude. Na perspectiva da religião judaico-cristã, na Idade Média, a criança era, de um lado, ingênua e inocente, e de outro, malvada e inferior. Foi com a obra Emílio que Rousseau revolucionou o conceito de infância, atribuindo a criança um mundo próprio e oferecendo um método para educá-la, respeitando o seu ritmo de desenvolvimento natural. Já Freud aprofundou ainda mais este conceito. Para ele, os alicerces da constituição psíquica do adulto se formam nos primeiros anos de vida. Contudo, em nossa atual cultura hipermoderna, parece que regredimos àqueles tempos da infância negada pré-rousseauniana e pré-freudiana. Por que será que nossos olhos estão novamente se desviando das necessidades desta importante fase do desenvolvimento, fundamental para a construção da nossa subjetividade?

A psicóloga Sheyla Borowski traz uma reflexão profunda sobre o tema em seu artigo Infância negada, publicado este ano na Revista Brasileira de Psicoterapia.

Confira o artigo na integra: http://rbp.celg.org.br/detalhe_artigo.asp?id=179

Eduardo S. Amaro

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